Vou seguir o Chamado
E onde é que vai dar, e onde é que vai dar
Não sei
Arriscar ser derrotado
Por mentiras que vão
mentiras que vêm punir
Um coração cansado de sofrer
E de amar até o fim...
Acho que vou desistir
Céu abriga o recado
Prá eu me guardar
Mudanças estão por vir
Esperar ser proclamado
O grande final, o grande final feliz
Que tal aquele brinde que faltou?
Será que teria sido assim...
Acho que vou resistir
domingo, 11 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Mais comum do quê se imagina.
Não é só em Maringá que isso acontece. Além do Jones Dark, agora outro caso em SP.
Você sabe o que é Biointolerância ?
A biointolerância é diferente do impulso de evitar organismos que podem nos machucar ou transmitir doenças, como mosquitos e hera venenosa, ou defender-se de pestes domésticas tradicionais, como camundongos e baratas. Ela pode ser definida como a antipatia que direcionamos a criaturas que vivem ao ar livre e geralmente cuidam de suas próprias vidas, mas que o fazem de uma maneira que consideramos rude, irritante, egoísta ou desprezível.
(na íntegra)
sábado, 3 de maio de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
Feliz Aniversário !!!

Hoje é aniversário do Dr. Elizeu. Grande Pai, Grande Profissional, Grande Marido, Grande Filho, Grande Irmão...
Pessoa Gente Humana do bem, e que soube comer suas jabuticabas com sabedoria !!!
Parabéns Pai!!
Sobre O Tempo E Jabuticadas
De Odontologia Atual
Contei meus anos e descobri que provavelmente terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras ele chupou displicentemente, mas, ao perceber que faltam poucas, rói o até o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Já não tolero gabolices.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos a limpo".
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou coisa e tal. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana: que sabe rir de seus tropeços; que não se encanta só com triunfos; que não se considera eleita antes da hora; que não foge de sua mortalidade; que defende a dignidade dos marginalizados...
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade e desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.
O essencial faz a vida valer a pena. Quero ser gente e nada mais.
Posso? - basta o essencial !
Contei meus anos e descobri que provavelmente terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras ele chupou displicentemente, mas, ao perceber que faltam poucas, rói o até o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Já não tolero gabolices.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos a limpo".
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou coisa e tal. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana: que sabe rir de seus tropeços; que não se encanta só com triunfos; que não se considera eleita antes da hora; que não foge de sua mortalidade; que defende a dignidade dos marginalizados...
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade e desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.
O essencial faz a vida valer a pena. Quero ser gente e nada mais.
Posso? - basta o essencial !
domingo, 20 de abril de 2008
Vôo De Coração___ritchie
No canto da sala
No meu holograma
Você parece sorrir
Você me pisca o olho
Você me manda um beijo
Parece estar mesmo aqui
Mas eu só no apartamento escrevendo
Memórias num velho computador
Nas ondas do tempo
Vertigens no momento
Vôo de coração, meu amor
Vôo de coração
Um mistério e um sorriso vão revelar
As histórias que um belo dia
Contarão nossos momentos
Nesse apartamento
Vôo de coração, meu amor
No meu holograma
Você parece sorrir
Você me pisca o olho
Você me manda um beijo
Parece estar mesmo aqui
Mas eu só no apartamento escrevendo
Memórias num velho computador
Nas ondas do tempo
Vertigens no momento
Vôo de coração, meu amor
Vôo de coração
Um mistério e um sorriso vão revelar
As histórias que um belo dia
Contarão nossos momentos
Nesse apartamento
Vôo de coração, meu amor
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Metal Contra As Nuvens___renato russo
Não sou escravo de ninguém
Ninguém senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho e temo o que agora se desfaz
Viajamos sete léguas por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais
Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão
Reconheço meu pesar quando tudo é traição
O que venho encontrar é a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha e sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas e sempre terá
Quase acreditei na tua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa
(...)
É a verdade o que assombra
O descaso que condena
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos
(...)
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então
Tudo passa, tudo passará
E nossa história não estará
Pelo avesso assim, sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar
E até lá vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás, apenas começamos
O mundo começa agora...
Apenas começamos.
Ninguém senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho e temo o que agora se desfaz
Viajamos sete léguas por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais
Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão
Reconheço meu pesar quando tudo é traição
O que venho encontrar é a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha e sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas e sempre terá
Quase acreditei na tua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa
(...)
É a verdade o que assombra
O descaso que condena
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos
(...)
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então
Tudo passa, tudo passará
E nossa história não estará
Pelo avesso assim, sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar
E até lá vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás, apenas começamos
O mundo começa agora...
Apenas começamos.
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