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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bonito, eloquente, romantico, e rico, quer mais o que?

Para você, mulher moderna,  esta numa maré de azar, todo homem que aparece pra vc é pilantra, não vale nada e te trata mal, porque não dar oportunidade para um novo amor!?

do Não Salvo

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CASAL É TUDO IGUAL (Luis Fernando Veríssimo)



Ele: - Alô?
Ela: - Pronto.
Ele: - Voz estranha… Gripada?
Ela: - Faringite.
Ele: - Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.
Ela: - E se estivesse? Algum problema?
Ele: - Não, imagina! Agora, você é uma mulher livre.
Ela: - E você? Sua voz também está diferente. Faringite?
Ele: - Constipado.
Ela: - Constipado? Você nunca usou esta palavra na vida.
Ele: - A gente aprende.
Ela: - Tá vendo? A separação serviu para alguma coisa.
Ele: - Viver sozinho é bom. A gente cresce.
Ela: - Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.
Ele: - Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando a gente se casou.
Ela: - Evidente! Só faltava você continuar rebolando nas discotecas com as amigas.
Ele: - Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias, conversar ao telefone com as amigas durante horas…
… Silêncio ….
Ela: - Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de casamento foi um par de brincos.
Ele: - Quinze anos? Pensei que fosse bem menos.
Ela: - A memória dos homens é um caso de polícia!

Ele: - Mas conversar com as amigas no telefone…
Ela: - Solidão, meu caro, cansaço… Trabalhar fora, cuidar das crianças e ainda preparar o jantar para o HERÓI que chega à noite…Convenhamos, não chega a ser uma roda-gigante de emoções…
Ele: - Você nunca reclamou disso.
Ela: - E você me perguntou alguma vez?
Ele: - Lá vem você de novo… As poucas coisas que eu achava que estavam certas… Isso também era errado!?
Ela - Evidente, a gente não conversava nunca…
Ele: - Faltou diálogo, é isso? Na hora, ninguém fala nada. Aparece um impasse e as mulheres não reclamam. Depois, dizem que faltou diálogo. As mulheres são de Marte.
Ela: - E vocês são de Saturno!
…Silêncio…
Ele: - E aí, como vai a vida?
Ela: - Nunca estive tão bem. Livre para pensar, ninguém pra me dizer o que devo fazer…
Ele: - E isso é bom?
Ela: - Pense o que quiser, mas quinze anos de jornada são de enlouquecer qualquer uma.
Ele: - Eu nunca fui autoritário!
Ela: - Também nunca foi compreensivo!
Ele: - Jamais dei a entender que era perfeito. Tenho minhas limitações como qualquer mortal..
Ela: - Limitado e omisso como qualquer mortal.
Ele: - Você nunca foi irônica.
Ela: - Isso a gente aprende também.
Ele: - Eu sempre te apoiei.
Ela: - Lógico. Se não me engano foi no segundo mês de casamento que você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável…Sinceramente, eu não sei o que faria sem você. Ou você acha que fazer vinte caipirinhas numa tarde para um bando de marmanjos que assistem ao jogo da Copa do Mundo era realmente o meu grande objetivo na vida?
Ele: - Do que você está falando?
Ela: - Ah, não lembra?
Ele: - Ana, eu detesto futebol.
Ela: - Ana!? Esqueceu meu nome também? Alexandre, você ficou louco?
Ele: - Alexandre? Meu nome é Ronaldo!
…Silêncio…
Ele: - De onde está falando?
Ela: - 578 9922
Ele: - Não é o 579 9222?
Ela: - Não.
Ele: - Ah, desculpe, foi engano.
Depois de um tempo ambos caem na gargalhada.
Ele: Quer dizer que você faz uma ótima caipirinha, hein?
Ela: - Modéstia à parte...Mas não gosto, prefiro vinho tinto.
Ele: - Mesmo? Vinho é a minha bebida preferida!
Ela: - E detesta futebol?
Ele: - Deus me livre… 22 caras correndo atrás de uma bola… Acho ridículo!
Ela: - Bem, você me dá licença, mas eu vou preparar o jantar.
Ele: - Que pena… O meu já está pronto. Risoto, minha especialidade!
Ela: - Mentira! É o meu prato predileto…
Ele: - Mesmo! Bem, a porção dá pra dois, e estou abrindo um Chianti também.Você não gostaria de…
Ela: - Adoraria!
….Ele dá o endereço.
Ela: - Nossa, tão pertinho! São dois quarteirões daqui.
Ele: - Então? É pegar ou largar.
Ela: - Tô passando aí, Ronaldo.
Ele: - Combinado, vizinha.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Administrador é demitido após cidade descobrir que sua mulher é atriz pornô

Do G1

O administrador municipal Scott Janke foi demitido na última terça-feira (21) na cidade de Fort Myers Beach, no estado da Flórida (EUA), porque sua mulher, Anabela Mota Janke, é atriz pornô, conhecida na indústria pornô com o nome de "Jazella Moore". Os vereadores decidiram afastar o administrador, pois acreditam que o trabalho de sua mulher poderia afetar a credibilidade da cidade.

"Eu a conheço e não tenho nada de ruim a dizer sobre ela. Ela sempre foi muito agradável", disse A vereadora Jo List, que votou pelo afastamento de Janke do cargo. Já o prefeito Larry Kiker disse que a mulher de Janke parece ser uma pessoa "muito boa". Kiker disse que decidiu demiti-lo para não criar nenhum problema para a cidade.

Janke ocupou diversos cargos públicos desde 1989. Ele se casou com Anabela Mota em outubro de 2008.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Projeto de lei quer proibir adoção por casais homossexuais

Do G1

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende proibir de forma explícita a adoção por casais homoafetivos ou homossexuais - dois homens ou duas mulheres. A legislação brasileira atual não fala em orientação sexual para a adoção. A Justiça é a responsável por decidir cada caso.

Em abril, o Superior Tribunal de Justiça permitiu que um casal de mulheres adotasse duas crianças, no Rio Grande do Sul. A medida trouxe esperança a casais homossexuais. O Cadastro Nacional de Adoção tem mais de 5,2 mil meninos e meninas que sonham em deixar os abrigos do país.

A justificativa para o projeto de lei é que casais do mesmo sexo não formam uma família e a união causaria constrangimentos às crianças.

“Qual a criança que não sofreu preconceito na escola? Por ser negra, usar óculos, ser alto, baixinho. As crianças vão ter preconceito e isso nós vamos ter que trabalhar”, diz Tony Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros.

Muito mais AQUI 

sábado, 12 de junho de 2010

Eu quero exatamente você

(Para ler ouvindo 

Todo mundo quer paixões arrebatado- ras. Eu não.

Eu quero tranquilida- de. Eu quero namorar em casa. Eu quero chegar as nove e ir embora a meia-noite. Eu quero dormir junto no fim de semana. Eu quero ver a novela das oito. Eu quero fazer jantinhas no sábado. Eu quero pegar na mão, fazer cafuné e chamar de "môr". Eu quero poder dormir sem transar. (...) 

Eu quero dar lingerie de presente. Eu quero falar bobagem. Eu quero ouvir bobagem. Eu quero falar de trabalho. Eu quero comer o almoço requentado. Eu quero fazer programas de casal. Eu quero fazer maratonas de filmes. Eu quero ficar embaixo do edredon. Eu quero tomar vinho a dois. Eu quero almoços de domingo. Eu quero ficar conversando na cozinha.

Eu quero tocar nos lugares certos. Eu quero beijar uma boca conhecida. Eu quero brincar com a pintinha escondida. Eu quero tirar calcinhas de algodão. Eu quero sentir o cheiro de banho recém-tomado. Eu quero cabelos molhados. Eu quero luz de velas no quarto. Eu quero motel, carro, corredor. Eu quero dormir de conchinha. Eu quero saber a hora certa de parar. Eu quero olhar no olho e ler os pensamentos. Eu quero cara de choro e manha. Eu quero surpresas românticas. Eu quero noites memoráveis. Eu quero confiar cegamente. Eu quero olhos brilhando. Eu quero dizer "eu te amo" com sinceridade.

Quem precisa de paixão? Eu preciso de amor. Verdadeiro, eterno e incondicional.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Crianças educadas por lésbicas são mais equilibradas


Um estudo divulgado pela CNN e desenvolvido ao longo de 24 anos, revelou que filhos educados por casais de mulheres homossexuais apresentam menos problemas comportamentais e são mais equilibradas psicologicamente. As respostas foram submetidas a análises e comparadas com dados de crianças de casais heterossexuais. Os filhos de casais gays mostraram competências superiores em níveis sociais e acadêmicos e menor tendência para problemas de agressividade e desrespeito por regras.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia dos Namorados

Com a aproximação do Dia dos namorados, o PGH apresenta 10 sugestões de brincadeiras carinhosas para os rapazes que nos acompanham (???) surpreenderem suas "amadas" namoradas.

domingo, 6 de junho de 2010

Aniversário

Aniversariante do Dia!! 
(Já com o bolo na cara e tudo!!!)



♫"Preciso tanto aproveitar você, beijar teus olhos, olhar tua boca, ouvir (dizer) palavras de um futuro bom"♪ 


Te amo !!!

sábado, 15 de maio de 2010

Mulher engravidou vendo filme pornô 3D

Do POP

Um casal branco americano teve um bebê negro e a mulher diz que engravidou assistindo a um filme pornô 3D. O pai da criança, o soldado Erick Jhonson, estava há um ano servindo numa base militar no Iraque e, quando voltou para casa encontrou um bebê negro. Sua mulher, Jennifer Stweart, de 38 anos, disse a ele que a criança foi concebida enquanto ela assistia a um filme pornô em três dimensões.

"Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3 D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível", disse Erick, que registrou a criança.

Jennifer afirmou que foi a um cinema pornô com as amigas em Nova York. Ela conta que não costuma assistir a filmes pornôs e que só foi dessa vez para ver como ficavam os efeitos em 3D. A criança, segundo ela, se parece com o ator negro do filme. "Um mês depois de ver o filme eu comecei a sentir enjôos e o resultado está aí. Vou processar o cinema e os produtores. Ainda bem que meu marido acreditou em mim. Meu casamento podia estar em risco. Mas ele sabe que eu sou fiel", disse.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Fragmentos___içami tiba

Polvo e cobra vão ao banheiro

(...)

As diferenças entre cobras e polvos já são perceptíveis antes mesmos de entrarem no banheiro. A caminho , a polvo anuncia em alto e bom som seu estado fisiológico por onde vai passando: ah, estou tão apertada! O que sempre me intrigou era para quem ela estaria dizendo isso, já que ninguém lhe perguntara nada... Então outra polvo, conhecida da primeira ou não, capta a mensagem e logo corresponde: eu também! E lá vão as duas ao banheiro batendo o maior papo.

Ninguém consegue falar com um cobra que está a caminho do banheiro com passos largos e apressados, a cara fechada num ar agoniado e solene. Quem quiser lhe perguntar algo que lhe dê uns toques no ombro. Então, o cobra pára e ouve, já que andar, controlar a bexiga e conversar são coisas demais para fazer ao mesmo tempo.

No banheiro, a polvo se fecha no reservado e despe quase metade do corpo para sentar-se no vaso sanitário. Não importa o tipo de serviço a ser feito - gasoso, líquido ou sólido -, ela sempre verifica suas roupas íntimas. É por causa da menstruação, um acontecimento tão importante que usa vários verbos para anunciá-lá: "veio", "chegou", "desceu" etc. Quando a menstruação vem, a polvo faz uma caretinha e diz: xiii, veio! A caretinha é porque a menstruação incomoda. Mas o incômodo seria ainda maior se era para ter "vindo" e não "veio". Realmente, é mais do que apropriado chamar a menstruação de incômodo, pois incomoda quando "vem" e ainda mais quando "deveria ter vindo" e "não veio"...

No caso de "ter vindo" e a polvo estar sem absorvente higiênico, ela entra logo em ação. Olha para cima e, sem ao menos saber quem está no banheiro, pergunta: alguém tem um absorvente para me emprestar? Sempre existe aquela polvo superorganizada, quase metódica, que coloca logo três absorventes na bolsa ao sair de casa. Nada me surpreenderá!, pensa ela. Essa empresta o absorvente sem pestanejar. Aliás, ela não empresta, ela dá. Nunca vi polvo alguma cobrar o empréstimo: você me devolve o absorvente que lhe emprestei ontem?

Já um cobra faria uma conta de débito/crédito e pediria o absorvente de volta mesmo que tivesse um com ele. O que o cobra não entende é que as polvos se relacionam por meio dos absorventes, tornando-se muito íntimas. A que empresta não pede de volta, pois sabe que, se precisar, pode pedir que sem dúvida a outra vai atendê-la. E, assim, acabam ficando elas por elas.

Esse tipo de solidariedade, comum entre polvos, não ocorre entre cobras. O cobra que entra primeiro no banheiro vai ao último urinol. O que chega depois vai ao primeiro urinol, guardando respeitável distância do outro. Para fazer seu serviço, o cobra se despe somente na parte que lhe interessa e não necessita da ajuda de ninguém. Em minhas observações, pelo menos, nunca vi um cobra pedir ajuda para nada, tampouco para urinar - muito menos vi alguém oferecendo-se para ajudar... Como seria se cobra também menstruasse? Talvez usasse “bandagens" improvisadas de papel higiênico só para não pedir ajuda nem ficar devendo nada a ninguém.

Urinar é gesto que demonstra auto-suficiência, independência e poder. É também um ato lúdico, já que o cobra pode dirigir o jato para onde quiser, até mesmo fazer as naftalinas darem voltinhas... Sem falar no barulho que ele adora fazer, alardeando seu urinar como se fosse uma torneira de jato forte em pia de ralo fechado.

Resumindo: a polvo diz o que está sentindo, pede e oferece ajuda com a maior naturalidade, enquanto o cobra quer resolver tudo sozinho.

(...)

O cobra não se acanha de soltar sonoros avisos gasosos de que os sólidos estão chegando. Mas a polvo, que tanto fala, mesmo fechada no reservado, morre de vergonha de fazer "pum". Até para soltar uns "punzinhos" ela se atrapalha toda...
Ao sair do reservado, a polvo avança para a pia e o espelho, mesmo que já estejam ocupados. Sem fazer cerimônia, ela desliza um tentáculo por cima da pia para atingir a torneira. Nesse momento, a polvo que chegou primeiro se inclina de modo a dar espaço à outra, mas sem deixar de ocupar o seu precioso espelho. Então a outra vai se acomodando e, de repente, as duas ocupam o mesmo lugar simultaneamente. As polvos parecem ignorar a lei da física que diz que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Pelo espelho, a polvo que lava os tentáculos olha para a outra, que passa batom nos lábios. Esta oferece o batom àquela (que, por sua vez, o aceita) e ainda comenta: puxa, como ficou bom em você! Pode ficar com o batom, tenho outro em casa...

Já o cobra, quando encontra o lavatório ocupado, guarda cinco passos de distância, vira-se de lado para não importunar o outro e fica contando os azulejos. Dessa forma, ele respeita o limite invisível que existe entre dois cobras estranhos. O que chega não invade o território ocupado por outro, ou pode sair briga... Um cobra só invade o território do outro se estiver embriagado ou tiver "maus costumes". O que sofre a invasão reage imediatamente virando-se contra o intruso e assumindo a posição de dono do pedaço. Qual é a sua, meu?, diz ele, ameaçando enfiar a mão no focinho do invasor. Focinho, sim, porque nessa hora o cobra vira bicho, um animal em defesa do seu território.

Em outras palavras: as polvos não vêem problema em se encostar uma na outra, trocar ou mesmo compartilhar o que estiverem usando. Elas têm prazer e entrosamento para ocupar o mesmo espaço, ainda que o lugar não comporte tantos tentáculos. Já os cobras marcam território, não invadem o do outro nem querem o seu invadido. Em caso de invasão, eles reagem violentamente.

Vejamos como isso funciona fora do banheiro - num banco de praça, por exemplo. Ali está sentada uma polvo entretida com uma coisa qualquer até que outra chega e toma assento sem a menor cerimônia. A polvo chegante já começa a falar, ao que a primeira corresponde agradavelmente. Pronto: em minutos, as duas se tornam velhas amigas. Aí, percebendo a chegada de uma terceira e desconhecida polvo, sentam-se a meia nádega para dar espaço a ela. E esta, no meio das duas, entra no papo como se estivesse nele desde o começo...

É pouco provável que um cobra se sente no banco em que outro já está. Mas, se isso acontecer, o que já estava sentado se levanta disfarçadamente e vai "ver as árvores”. Caso sejam conhecidos, os cobras compartilham o banco, mas não se encostam nem se tocam enquanto falam. Aliás, nem se vêem, pois ambos ficam olhando para a frente, como se houvesse ali um alvo a ser estudado. O papo é assim: um cobra fala, o outro escuta. Não é incrível? As polvos não entendem como é possível falar um de cada vez - quer dizer, quando um fala, o outro escuta. Acham estranho, quando dois cobras começam a falar ao mesmo tempo, que um diga para o outro: fale você primeiro. Isso porque polvos falam e escutam ao mesmo tempo - e ainda reparam na quarta polvo, que acabou de passar...

Quando a polvo sai do banheiro, diz à outra: gostei de você, apareça em casa! Basta uma "banheirada" para se tornarem amigas íntimas.

O que aconteceria com um cobra se, depois de uma "banheirada", ele dissesse para outro: gostei de você, apareça em casa. Xiii! Nem quero imaginar...


(Içami Tiba in: Homem-Cobra, Mulher-Polvo)

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Fragmentos___içami tiba

Domingo chuvoso, café na cama

Um casal jovem e saudável, que acorda todos os dias na maior correria para ir ao trabalho, normalmente guarda um domingo, ou parte dele, para que possam se dedicar um ao outro.

O corpo do cobra acorda na mesma hora de sempre. O corpo ignora que é domingo, que ele pode dormir ate mais tarde, e já quer movimentar-se. O cérebro do cobra aocrdou também. Quantas vezes o cérebro desperta mas o corpo recusa-se a levantar, e quantas vezes o corpo acordou, levantou-se, foi ao banheiro, tomou café, e o cérebro so acordou na mesa do trabalho.

Para o cobra, é um sacrifício continuar na cama se o cérebro e o corpo já acordaram. Ele olha a mulher, relaxada, com o corpo querendo acordar e metade do cérebro ainda dormindo. Como ela é linda! Mesmo de manhã, ao acordar...

A realidade é dura para ambos - principalmente pela manhã, ao despertar. É mau hálito, secreção nos olhos, barba crescida, cabelo despenteado... Nem falo de dentaduras e de outros que tais. O bom humor, o clima sedutor, a maquiagem, a elegância, a roupa de festa e tudo o mais se foi com a noite. A claridade da manhã mostra as sobras do que foi maravilhoso de madrugada.

Mas, afinal, é o amor dele que a torna tão linda, mesmo despertando aos poucos... Ele pensa: vai ser muito bom trazer o café na cama para ela. Ela vai gostar. Que ótimo se ela acordar bem, contente, feliz por receber o café na cama. Já que está chovendo lá fora, o melhor tempo está dentro de casa, só nós dois. Quem sabe se depois rola alguma coisa...

Vai para a cozinha e prepara uma bandeja com tudo de que ela gosta: café, leite, adoçante preferido, geléia de damasco, peneirinha para não deixar a nata do leite passar, pães aquecidos, guardanapo, talheres... Esfrega as mãos de satisfação ao olhar a bandeja pronta. Imagina que sua obra-prima ficaria ainda melhor com aquela florzinha roubada do arranjo da sala, que ele coloca num bonito cálice com água. Faz ainda uma última verificação e pronto: perfeito!
Entra no quarto cantarolando suavemente um bom-dia, meu amor. Tem a felicidade estampada no rosto amante de quem serve, numa caprichada bandeja, o néctar dos deuses à sua amada.

O coração dela se enche de ternura. Com o corpo invadido de puro amor, ela se abre num sorriso de entrega total e deixa escapar um suspiro apaixonado. E ele, que se delicia com o que está acontecendo, deleita-se ainda mais ao imaginar o que vai suceder logo depois...

Com seu olhar de polvo que vê tudo de uma vez sem praticamente mover os olhos, ela repara que falta manteiga na bandeja. Despretensiosamente, solta um suave gosto tanto de manteiga, como se nada estivesse acontecendo.

Mas a frase solta no ar fere a organização mental do cobra. Ele sente um mal­ estar, logo identificado como uma pontada de raiva por ter sido descoberta uma falha. O cobra não admite erros, muito menos os dele. E vir dela a descoberta do erro torna tudo ainda pior. Ele sente-se como que acusado pela polvo.

Já um tanto ríspido, reage: manteiga? Manteiga! Ah, sim, a manteiga. Com seu olhar de cobra, examina a cena como se olhasse através de um tubo de papel. Vasculha cada centímetro da bandeja e verifica, uma coisa de cada vez, tudo o que há sobre ela. Só falta traduzir em palavras o que vê: leite, café, pão, geléia, flor (até flor!), talheres, guardanapo, peneirinha... Ele confere tudo... E não é que ela está certa? Falta manteiga.

Gosto tanto de manteiga... Essa maneira de falar o deixa irritado. Por que ela não diz logo o que quer em vez de ficar cheia de dedos, ou melhor, de tentáculos? Qualquer cobra diria direta, frontal e naturalmente: você me traz a manteiga? O que o cobra não entende é que a polvo quis poupá-lo. Afinal, ele estava sendo tão gentil, era tudo tão romântico que ela não quis estragar o clima por causa da falta de manteiga.

O cobra, porém, reassume o comando da situação com um decidido pode deixar, meu bem, é pá-pum e a manteiga estará aqui! E sai rapidinho atrás da manteiga. Chega à cozinha, abre a geladeira e, com seu olhar em tubo, vê coisa por coisa: leite, iogurte, verduras, sobras de refeições bem guardadas em potes plásticos, refrigerantes, ovos ­mas nem sinal ,da agora maldita manteiga.

Cobra detesta admitir que não consegue resolver problemas. Isso fere sua onipotência. Então, da porta da geladeira, ele grita, furioso: onde você escondeu a manteiga? Se estivesse atacada pela progesterona, ela responderia na mesma moeda: você nunca acha nada! Não acha manteiga, cuecas, meias... Não agüento mais viver assim. E o tempo fecharia de vez no coração dela.

Mas, como está sob o domínio do estrogênio, quase no cio (ovulação), ela solta um amável pode deixar, meu amor, eu pego a manteiga. Então levanta-se languidamente e caminha como se estivesse desfilando numa passarela, sedutora, com a camisola esvoaçante deixando entrever as peças íntimas. Na cozinha, ela abre suavemente a porta da geladeira. Então, com seu olhar de polvo, como se estivesse enxergando o nada, estica um dos tentáculos e pega a manteiga: está aqui, amor!

Como a polvo pode resolver tamanho problema com essa incrível facilidade? O cobra se sente mal. Fica emburrado e não quer mais tomar o café na cama. A polvo atestou sua incompetência.Ele sairia de casa para andar, refrescar a cabeça, resolver tudo e só então voltaria. E assim aquele sonho de manhã de domingo se transformaria numa trágica manhã de domingo. Mas, por estar motivado para o amor, ele deixa de ser cobra e coloca o incidente na caixinha “imprevistos acontecem”. Senta-se na cama com a mulher para saborearem juntos o café da manhã - inclusive o pão com manteiga.

E a polvo estava entrando no cio!

(Içami Tiba in:Homem Cobra, Mulher Polvo)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Fragmentos___içami tiba

Propaganda enganosa, mas hormonalmente verdadeira!

(...)
Foram se descobrindo e notando que tudo era ainda melhor do que no primeiro encontro. Vieram o toque, o abraço e o beijo, que marcou um novo e inconfundível momento de entrega mútua. Ele jamais colocara tanto amor num beijo, e ela percebeu quanto era desejada. A polvo o recebia dentro de sua boca, mas também já queria recebê-lo por inteiro. O cobra começava a estar dentro dela e queria cada vez mais conquistar aquele território.

O que o cobra mais desejava era ter sexo com ela, fazê-la chegar ao orgasmo nunca antes atingido, torná-la sua para sempre. A expressão máxima do amor do cobra é possuir a sua fêmea.

O que a polvo mais queria era sentir-se amada e desejada por ele, pertencer-lhe para todo o sempre. A expressão máxima do amor da polvo é cuidar do seu homem e dar-lhe muitos filhos.

Mas o cobra sabe que, para possuir a fêmea, deve cuidar dela e protegê-la, impedindo que outros cobras se aproximem. Ele tem de colocá-la em seu território, sob seu absoluto controle - ainda que deseje espalhar seus genes além do seu território, em fortuitos encontros com outras fêmeas.
A polvo se excita só de sentir quanto é desejada pelo cobra. A expressão do seu amor é ter o homem sempre consigo, nos seus braços, nutri-lo, agasalhá-lo, acariciá-lo, beijá-lo e dizer muitas e muitas vezes quanto o ama.

O casamento se torna inevitável, determinando uma mudança radical para o cobra. (...) A polvo também se transforma. Manter o território em ordem passa a ser sua maior preocupação, atitude que exige também do cobra. E ele, que jamais pensou nessas coisas, tem de colaborar com a ordem, a higiene e até com a beleza de seu território.

O que talvez o cobra nem suspeite é que tudo está escrito nos seus cromossomos, na sua genética. (...) nada lhe garante que a fêmea perpetuará seus genes, daí a necessidade biológica de mantê-la sob seu poder. Já para a fêmea, a descendência está assegurada mesmo que ela tenha filhos de vários pais. Para atrair o macho, ela precisa ter quadris largos que agasalhem bem a gravidez, seios fartos para alimentar os filhos dele e beleza, gerando belos machos que, por sua vez, atrairão suas fêmeas.

Mas, como a natureza deu ao homem o instinto da autopreservação, ele primeiro satisfaz as próprias necessidades e desejos para depois pensar na perpetuação da espécie. Primeiro o sexo, depois a paternidade. O que o cobra não sabe é que ele, que se sente tão conquistador, foi na verdade atraído pela fêmea no cio.

Quanto à polvo, talvez não imagine quanto ela se torna sexualmente atraente pela inundação do estrogênio, o hormônio que a leva para o cio. Sua pele fica mais sedosa, seus cabelos mais exuberantes, seus lábios mais carnudos. Ela escolhe trajes minúsculos, berrantes e ousados, que cobrem o mínimo possível de sua pele. Seus movimentos se tornam ondulantes, seus seios ficam mais cheios e pulam para fora de tudo o que é usado para controlá-los. Até sua voz fica mais sedutora – tudo determinado pelos cromossomos, para demonstrar como ela pode agasalhar bem os genes de um macho. E eles que se cuidem, pois são escolhidos conforme sua capacidade de prover e proteger bem as fêmeas e seus filhos, garantindo sua sobrevivência. Portanto, é preciso ter ombros largos, músculos fortes, boas mandíbulas, ar inteligente, olhar esperto e competitivo, até mesmo mostrar-se agressivo para se sobressair dos demais machos.

Mesmo que, após o cio, o óvulo não tenha sido fecundado (...) a mulher entra na fase da progesterona. É o preparo para a maternidade, que a torna menos receptiva ao macho. Quanto mais aumenta o nível de progesterona, mais as roupas cobrem o corpo e menos a fêmea permite a aproximação do sexo oposto. Ela fica avessa aos machos e pode tornar-se irritada, agressiva, depressiva e inchada. Dorme de costas para o companheiro - e ele, caso tente se aproximar, pode até levar um coice...

O cobra não tem o hormônio da paternidade, só o do reprodutor. Ele não entende nada do que está acontecendo. Dias atrás, ela até pulava em cima dele. Agora, sem que nada tenha acontecido, ela o rejeita.

No seu raciocínio de causa-efeito, ele logo conclui: ela só pode estar tendo um caso!

(...)Os cromossomos determinam a vida sexual de todos os animais, inclusive a dos seres humanos. Talvez a única diferença fundamental seja o "como somos" da espécie humana, que nos dá a racionalidade e, conseqüentemente, a inteligência, a criatividade e motivações muito diferentes das simplesmente biológicas. Assim, o "como somos" criou o amor, a espiritualização e a educação, transformando o simples ritual biológico do instinto sexual numa história de amor única e verdadeira para cada casal de amantes.

A propaganda enganosa fica por conta dos cromossomos, que continuam determinando novas atrações - que, por sua vez, o "como somos" teima em chamar de paixões, romances, idílios, galanteios, sonhos, devaneios...

O homem-cobra jura eterna fidelidade, enquanto seu instinto sexual o instiga a espalhar genes pelo mundo agora. A mulher-polvo promete" dar filhos ao seu homem", mas dificilmente os entrega...
(Içami Tiba in:Homem Cobra, Mulher Polvo)

domingo, 20 de janeiro de 2008

SAIBA COMO FAZER UM HOMEM FELIZ NA CAMA



Quando um homem quer agradar uma mulher na cama, sua tarefa principal é fazer com que ela aproveite, e na verdade não é uma tarefa fácil porque o prazer sexual das mulheres, em geral, costuma ser mais difuso e inclui muito mais variações que o dos homens.

Já o prazer sexual masculino é mais simples e muito menos romântico que o das mulheres. Um homem pode se sentir sexualmente estimulado desde qualquer ponto de sua pele, mas como todo mundo sabe, sua zona mais sensível são seus genitais.
Para agradar a um homem, ela não precisa de conhecimentos especiais nem propostas exóticas. Se quer conseguir que ele viva uma experiência inesquecível, há algumas coisas que precisa ter preparadas de antemão:


- Cozinhe algo especial, prático e que possa ser servido frio.

- Deixe por perto dois copos com a bebida preferida dele e a sua.

- Vista uma roupa que você sabe que ele gosta.

- Você pode dar-lhe um banho, ou tomar uma ducha junto com ele. Muitas pessoas preferem estar seguras da higiene do (a) parceiro (a) se vão ter relações íntimas. Faça-o lhe agradar mais.

- Decida de antemão o que vai fazer, se haverá ou não penetração. Se sua intenção é por em prática algum outro tipo de estimulação, tenha isso claro e não permita que ele tome a iniciativa em momento algum.

- Assuma também o método contraceptivo que usará. Camisinhas? Compre-as você e mantenha por perto para a hora que precisar.

- Lembre-se das coisas que ele costumar fazer em você e pense que a maioria das pessoas costuma beijar ou acariciar da maneira como gostaria que fizessem para elas.

- Avise-o, de alguma maneira, que uma surpresa agradável e particular o espera - já pensou se justamente neste dia ele resolve convidar uns amigos para visitarem vocês?

- Ainda que ele fique muito curioso, não dê a menor pista do que o espera. A surpresa é um ponto a favor.

SUAS ZONAS ERÓGENAS
(C E N S U R A D O )

SEJA CRIATIVA
Poucas coisas excitam tanto um homem como uma mulher criativa na cama. Invente coisas. Por exemplo, se você tem cabelos compridos, "chicoteie" as costas do parceiro com eles. Dê beijos com as pestanas na ponta do pênis. Passe uma pedrinha de gelo pelo peito dele, descendo devagar até o púbis. Acaricie os dedos dos pés e massageie os glúteos dele. Quando perceber que ele está muito excitado, pare e espere que baixe um pouco o tesão para continuar.

Busque novas posturas: alguns estudos indicam que os homens gostam mais do que as mulheres de mudar as posições. Leve-o ao orgasmo da maneira que você preferir. Se você decidir que será através da penetração, a posição mulher em cima é a mais adequada para que você controle os movimentos e para que veja, pelas expressões e pelos gestos dele, em que momento ele se encontra. Acelere ou retarde os movimentos conforme convenha a você.

Quando ele estiver satisfeito, não o toque, a maioria dos homens depois do orgasmo fica com a pele muito sensível e as carícias não agradam. Preferem abraços enérgicos. E então é o momento de servir o que você tiver preparado, comida ou bebida.

OS HOMENS FALAM
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre os homens pediu que eles respondessem à pergunta "O que uma mulher pode fazer para excitar você?". A maioria o fez de uma forma bastante convencional: luz tênue e música suave, perfume, roupa íntima sexy e lugares inusitados.

Ainda que alguns homens prefiram uma atmosfera de mistério ou fantasia, a maioria diz que o que mais excita é que a parceira se mostre receptiva e natural. Eles querem que a parceira:

- mostre seu carinho
- se interesse pelo que eles preferem
- tome a iniciativa
- se expresse de maneira clara
- mostre sua paixão com palavras ou gestos
- vista roupas excitantes (peças simples e sensuais, bodys e cinta-liga, minissaias ou saias mais longas com fendas, decotes, transparências)
- não vista roupas íntimas (nada de sutiã e calcinha).

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

MANUAL ANTI-BROXANTE___escrito por uma mulher

kkkk de novo...só no BLOGULICH mesmo mesmo !!!


COISAS QUE VOCÊ NUNCA DEVE DIZER NA CAMA PRA UMA MULHER


Membros da classe masculina, hoje estou aqui para dar uma mãozinha àquilo que, segundo alguns de suas espécies, vocês já fazem muito bem! Sim, sabemos que vocês são máquinas de sexo e gostam de falar - espertinho, eu sei que você conta tudo para os amigos, mas não é disso que estou falando.

Os homens gostam de falar na cama. Por vezes, inibem-se na dúvida se nós, mulheres, iremos ou não gostar de ouvir. Muitos preferem conter a vontade achando que não iremos gostar. Ledo engano, meus caros. Somos todas umas safadas, todas, incluindo as vossas mães. Mas seja lá a máquina de sexo que você for, é preciso não cair em deslizes ao sinal de que a parceira o deixou livre para falar. Você pode acabar cometendo pequenas-grandes gafes, irreversíveis. Sim, bobagens, bobagens, mas que fariam qualquer ser de cromossomo XX com um mínimo de bom gosto sexual vestir suas roupas e ir pra casa. Traduzindo: não façam mais as mulheres broxarem! E você, mulher, caso não se enquadre em algumas das alternativas abaixo, por favor, reveja os seus conceitos (recomponha-se!).

Portanto, machos-alfa, tentem seguir as cinco regrinhas básicas abaixo, Elas irão salvar sua noite ou, no mínimo, evitar que vocês se tornem personagens que irão causar gargalhadas ensurdecedoras nas rodinhas femininas – claro, nós também falamos, você não sabia?

1.“Ai, meu amor, tô ereto”

Meu, amor, tô ereto? Não, querido, o problema não é o “meu amor”. Meu amor é até legal se você já tiver um nível de sentimento, carinho. O problema é o ERETO!
Diga que está com tesão, que está duro! Não, não, não diga que o seu membro está duro! Membro são braços e pernas, e o que você tem embaixo do umbigo não anda, sapateia, nem tem polegar. Diga que está duro, apenas. Mas... Ereto??? Você não vai querer ser lembrado como o Homus Erectus da sua parceira. Até porque você até podia estar ereto, mas a essa altura, ela já broxou.

2.“Nossa, como você tá úmida”

Olhe bem pra sua amada deitada na cama e me responda: ela tem cara de toalha? Então, não diga mais que ela está úmida! Mulher não é lenço umedecido, além do mais, que cerimônia é essa? Na posição em que vocês estão não há mais espaço para cerimônias.
Seja direto: molhadinha, meladinha, excitada. Ou não fale nada e garanta a tão desejada “umidade” de sua donzela.

3.“Vem cá, preta”, “meu anjo, vem docinho, princesa linda”

Este é um caso de análise mais aprofundada. Vamos à primeira hipótese: ela é sua namorada e o apelido de vocês é “neném”. Ok. Pode até gemer neném em estéreo e acordar o prédio inteiro. Ela não vai broxar, porque é algo de vocês, ela está acostumada e até gosta. Segunda hipótese: ela não é sua namorada e vocês não tem nenhum apelidinho. Então, esqueça! Princesinha, meu chuchu, fofinha, fofoleti, bonequinha e outros inhas só vão torna-lo brega. Por favor, não mele o momento. Ela vai pensar que você chama todas assim. Imagine sua “bebezinha” no auge do prazer, ouvir um “vai, coelhinha!”. É broxa na certa!!!

4.“Seu mamilo é lindo”, variação, “sua auréola é linda”

Bem... Sem comentários

5.“vou te penetrar”

Primeiro: quem penetra é porque não foi convidado. Quem foi convidado, entra! Acredite, sua parceira não vai reclamar se você disse que quer meter, enfiar, até foder. Pode confiar. Agora, se você tentar penetrar, aí pode acabar sendo barrado na porta.
Segundo: será que você ainda não entendeu que não existe mulher santa e que toda essa sua educação pode ficar do lado de fora da festa?
Epa, mas também não precisa arrotar depois de comer!

domingo, 6 de janeiro de 2008

HOMENS X MULHERES

Do Blogulich

APELIDOS
- Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
- Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

COMENDO FORA
- Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesaR$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco - logo o troco será convertido em saideiras.
- Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

FILMES
- A idéia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor.
- Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.

DINHEIRO
- Um homem pagará R$ 2,00 por um item que vale R$ 1,00, mas que ele precisa.
- Uma mulher pagará R$ 1,00 por um item que vale R$ 2,00, mas que ela não precisa.

BANHEIROS
- Um homem tem seis itens em seu banheiro: escova de dentes , pente, espuma de barbear,barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
- A quantidade média de itens em um banheiro feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.

DISCUSSÕES
- Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
- Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão.

FUTURO
- Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
- Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.

MUDANÇAS
- Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
- Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.

DIVIDINDO
- Uma mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho que lhe dê atenção.
- Um homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado artimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena.

AMIZADE
- A mulher encontra com outra na rua: 'Nossa como você tá linda!!!'.
Quando viram as costas vêm o comentário : 'Nossa como ela tá gorda!'
- Um homem encontra com outro na rua: 'Fala seu gordo-careca-bichona!!!'.
Quando viram as costas vem o comentário: 'pô esse cara é gente fina!'