quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Onde Foi Parar O Brasil Sem Homofobia?


"A homofobia atinge a TODOS, 
você não precisa ser homossexual, basta 
“ACHAREM” QUE VOCÊ É."
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Manifesto completo  AQUI

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Maria Inês Nassif: A resistência à mobilidade social


"Para quem assistiu de fora a eleição de Dilma Rousseff e os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pode parecer que o país avança celeremente para uma civilizada socialdemocracia e busca com ardor o Estado de bem-estar social. Para quem assistiu de dentro, todavia, é impossível deixar de registrar a feroz resistência conservadora à ascensão de uma imensa massa de miseráveis à cidadania."

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Matei porque ODEIO Gay !!!

Numa noite em 2002, Igor foi atraído ao apartamento do homem que se passou por um suposto apoiador dos projetos do bailarino. Gay assumido, Igor acabou morto a tiros na mesma noite, dias antes de completar 30 anos. Apesar da comoção que o crime causou na população local (Montes Claros - MG), até hoje o assassino está solto, amparado por um habeas corpus.

Em depoimento, na época das investigações, Ricardo Athayde Vasconcelos disse que matou o bailarino porque tinha horror a homossexuais. “O Igor foi morto por homofobia”, resume o poeta Aroldo Pereira, amigo próximo do bailarino.

O acusado de matar o bailarino Igor Leonardo Lacerda Xavier afirmou que teria agido em legítima defesa. Disse que houve um desentendimento e que o bailarino assediava seu filho, Diego Rodrigues Athayde, na época com 19 anos, e suspeito de ser cúmplice do pai no assassinato.

A perícia, no entanto, aponta que dos cinco tiros que mataram o bailarino, um o acertou na nuca. O corpo de Igor só foi encontrado no dia seguinte, jogado numa estrada.” Não me conformo. Há anos convivo com a dor, e os assassinos do meu filho desfilam de cabeça erguida”, desabafa Marlene Xavier, mãe do bailarino. 

Texto na íntegra no Blog Na Ponta dos Dedos

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Outro artigo interessante sobre violência e Homofobia no  

sábado, 13 de novembro de 2010

Pedofilia ou Homofobia ?



"(...) Cabe uma indagação. 
Será que o mesmo 
beijo e carícias 
entre um 
CASAL HETEROSSEXUAL 
da mesma idade dos dois jovens gays 
(13 e 18 anos), 
num shopping, teria resultado na prisão 
do adolescente de 18 anos de idade? 
Custo a crer."
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Na íntegra, AQUI.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

Filho, você é gay ?


"Muitas mães (...) suspeitam que o filho é gay, mas não tem a menor idéia de como perguntar. E muitas acabam fazendo como eu e perguntando diretamente. E a maioria dos filhos faz o mesmo que o meu: nega. Por que em geral a pergunta "você é gay?" vem carregada de ansiedade, medo, frustrações e dor. É claro que a pessoa sendo interrogada sente isso. E nega, como forma de se auto preservar daqueles sentimentos negativos."

Ná íntegra, no Mãe, Sou Gay !

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Que dó !!!

Estes dois filhotinhos, chamados de Charlie e Spike sofrem de uma disfunção chamada myotonia congenita. É totalmente indolor, mas esta síndrome faz com que eles desmaiem por milisegundos ao ouvir um som alto. É uma doença raríssima em felinos. Mas comum em cabras e cabritos. A parte mais triste é que o Charlie morreu dia 30 de Outubro último. Snif.



Ví no Chongas

sábado, 6 de novembro de 2010

Sala dos Suplícios

O lançamento do livro “Sala dos Suplícios: o dossiê do caso Clodimar Pedrosa Lô”, de Miguel Fernando Perez Silva, está marcado para o próximo dia 22 de novembro, às 19 horas, na sede da Acim. 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Adolescência e Homofobia


"O bullying é autorizado quando pais e mães se calam por medo ou vergonha; quando a escola se omite para não discutir a diversidade sexual; quando o Estado não reconhece o CRIME de homofobia. Essas meninas e meninos estão sozinhas num mundo que lhes diz que seu sofrimento é auto motivado, que são os culpados e estão errados em serem quem são!"
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Texto na íntegra, no ABC-Les

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sobre o voto nulo/branco.

Analfabeto 
Político 
(Bertolt Brecht)

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Paulo Henrique Amorim em Maringá

A convite da RIC/Record e da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) o jornalista Paulo Henrique Amorim estará em Maringá no dia 17 de novembro para ministrar a palestra “Perspectivas econômicas no cenário nacional”. A palestra será realizada no Teatro Marista, às 19 horas. Mais informações pelo telefone 0800-600-9595.

Paulo Henrique Amorim fez coberturas importantes como a guerra civil de Ruanda e a eleição do presidente norte-americano Bill Clinton. Ele tem passagens pela Revista Veja e Rede Globo, foi correspondente internacional e agora tem contrato com a Record, onde apresenta o programa Domingo Espetacular. Na Record Amorim já apresentou o Jornal da Record 2a edição, Edição de Notícias e a revista eletrônica Tudo a Ver e é autor do Blog Conversa Afiada.

(Ví no blog da Rose Leonel)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Para a Doida - Peito Estala Bate (Xuxa)

Nova Orleans promove competição de 'air sex'

Do G1

A cidade de Nova Orleans (EUA) promove uma competição de "air sex". Até agora, segundo o site oficial do evento que se autoproclama Campeonato Mundial de "air sex", já foram realizadas 20 etapas, a última na segunda-feira em Santa Fé, no Novo México (EUA).

De acordo com o regulamento do campeonato, os competidores têm cerca de 2 minutos para simular um ato sexual. A performance pode incluir todas as fases, como encontro, sedução, preliminares e relação sexual. Mas quem preferir pode ir direto ao ponto.

Marcel Mauss - "Ensaio sobre a Dádiva"

Também conhecido como Ensaio sobre o "dom", (no original francês: Essai sur le don. Forme et raison de l'échange dans les societés archaiques - “Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas” é um livro de Marcel Mauss publicado pela primeira vez em 1925 que versa sobre os métodos de troca nas sociedades tidas como primitivas. É reconhecido como o estudo de caráter etnográfico, antropológico e sociológico mais antigo e importante sobre a reciprocidade, o intercâmbio e a origem antropológica do contrato.

Os aspectos históricos do que hoje entendemos como direito das obrigações são também abordados nesse livro inclusive quanto ao aspecto (diacrônico) da origem da distinção, nas sociedades semíticas, grega e romana, entre a obrigação e a prestação não gratuita e a dádiva. Aquisições recentes da civilização, segundo ele, com possível origem em fase anterior sem a mentalidade fria e calculista com dádivas trocadas onde se fundem pessoas e coisas tal com pode ser deduzido em vestígios do direito romano ou nítidamente nas leis da Germânia ou Código de Manu da Índia antiga.

Esse ensaio de Mauss discorre acerca do modo como o comércio de objetos entre os grupos constrói relacionamentos entre eles. Sustentou que ao doar ou dar um objeto (presente), o doador cria uma obrigação face ao receptor que fica de lhe devolver o presente.

O resultado de tal conjunto de trocas que ocorrem entre indivíduos de um grupo e entre diferentes grupos corresponde a uma das primeiras formas de economia social e da solidariedade social que une os grupos humanos. As doações recíprocas estabelecem relações de fortes alianças, hospitalidade, proteção e assistência mútua.

O ensaio está construído com uma ampla gama de estudos etnográficos de distintos grupos humanos. Mauss aproveitou a experiência e os dados dos estudos Bronislaw Malinowski o intercâmbio do kula registrado entre habitantes das Ilhas Trobriand; a instituição do Potlatch dos índios da na costa do Pacífico no Noroeste da América do Norte e outros estudos etnográficos de povos da Polinésia que mostram a prática generalizada de troca de presentes em sociedades não - européias. Analisa simultaneamente a história da Índia, e sugere que os traços de troca de presentes também podem ser encontradas nas sociedades mais desenvolvidas. Nas conclusões do livro de Marcel Mauss sugere que as sociedades seculares industrializadas, poderiam se beneficiar ao reconhecer a prática das dádivas e doações (troca de presentes).

Para Levi-Strauss autor do ensaio "Introdução à obra de Marcel Mauss” o “Ensaio sobre a dádiva” é a obra prima de Mauss. Foi nesse texto, segundo ele, que Mauss introduziu e impôs a noção de fato social, que apresenta-se com um caráter tridimensional, fazendo coincidir a dimensão propriamente sociológico, com seus múltiplos aspectos sincrônicos; a dimensão histórica ou diacrônica; e, enfim, a dimensão físico-psicológica. O mérito de Mauss, ainda segundo esse autor foi, pela primeira vez no pensamento etnológico, transcender a experiência empírica – da descrição e comparação erudita ou anedótica – para formas comparáveis entre si por seu caráter comum em modalidades que podem analisadas e classificadas inaugurando uma nova era das ciência sociais.

(fonte: Famigerada WIKIPÉDIA)



1) No Blog Sociologia Hoje a Professora Nádia Aguiar faz um resumo breve da obra 'Ensaio sobre a dádiva', de Marcel Mauss.

2) AQUI um artigo do professor Marcos Lanna, da Universidade Federal do Paraná, sobre a mesma obra.

3) AQUI o download da obra.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010