sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Bullying também ocorre no ambiente de trabalho
De O Diário
Depois de muito esforço, a jovem, que antes só tinha o ensino médio, conseguiu ingressar na faculdade, graduar-se e finalmente conquistou uma promoção no trabalho. O que era para ser motivo de comemoração acabou virando um pesadelo. Ela foi literalmente perseguida por "colegas" de trabalho - inconformados pelo fato de ter sido promovida, com menos tempo de empresa do que outros.
Na opinião do psicólogo Fernando Elias José (que relatou este episódio lamentável sem citar o nome da pessoa e da empresa), a jovem perseguida foi vítima de bullying e, embora seja mais comum ouvirmos falar de bullying em casos de desrespeito entre alunos em colégios, o termo também se encaixa muito bem para traduzir o conjunto das mais diversas formas de humilhações repetitivas e intencionais que muita gente acaba sofrendo, calada, no mundo corporativo.
De acordo com Elias José, o "bullying empresasarial" pode se caracterizar como uma forma de preconceito que se caracteriza, muitas vezes, de maneira sutil ou até mesmo grosseira. As pessoas são excluídas e rechaçadas pelos colegas ou pelos seus superiores".
Consequências
As consequências, considera Elias José, são muito ruins, pois quem sofre bullying geralmente não consegue estabelecer bons vínculos afetivos e sociais. Conforme relata o psicólogo, as vítimas podem acabar ficando sozinhas, não crescem profissionalmente e nem mesmo pessoalmente.
Os apelidos e os estigmas criados com as práticas de humilhação no ambiente de trabalho tardam a serem esquecidos e o conselho para que isso não persiga a pessoa durante toda a sua vida é procurar ajuda de psicólogia e/ou psiquiatras.
"Se a pessoa não se tratar psicologicamente poderá sofrer, pois quem geralmente sofre de bullying são pessoas frágeis, com autoestima baixa, ansiosas, retraídas, mais quietas e isso pode ser superado com um tratamento adequado. Dessa maneira, há a necessidade de mudança para os comportamentos não se repetirem", conclui Elias José.
Todo Mundo é Bipolar ?
por Equipe PNAP
O Transtorno Bipolar do Humor tem sido cada vez mais comentado nos dias atuais. Até mesmo pessoas leigas em conversas informais têm dito: “- O fulano deve ser bipolar, cada hora ele está de um jeito! ”
Variações de humor ou mudanças de comportamento não são sinônimos de bipolaridade. Os seres humanos estão a todo momento sensíveis aos estímulos do ambiente e também a variações químicas normais do próprio organismo enquanto estão vivendo o seu dia-a-dia. Portanto é inevitável que o humor esteja sempre mudando.
No entanto quando poderíamos chamar estas variações de humor de Transtorno Bipolar? Primeiramente é importante frisar que geralmente há uma alteração emocional profunda e persistente no comportamento do indivíduo. O bipolar é assim chamado porque tem 2 pólos principais, um na euforia(tecnicamente chamada de Mania) e um na Depressão. Nem sempre as 2 fases ocorrem tão claramente.
O conceito de euforia geralmente é confundido com um estado de “alegria”. Na verdade se caracteriza por um estado de excesso de energia, que pode se converter em agressividade, agitação e muita impulsividade. Quadros mais graves podem apresentar comportamento sexual inadequado, questões de grandiosidade e podem incluir até mesmo sintomas psicóticos nas crises agudas. A sensação de diminuição da necessidade de sono também costuma ser marcante.
A depressão é diferente de uma tristeza momentânea ou de alguns dias, é um quadro de desânimo persistente, ás vezes acompanhado de choro fácil e pensamentos negativistas e pessimistas, chegando em alguns casos a idéias de morte.
O médico psiquiatra Dr. Akiskal recentemente propôs uma nova classificação com diversos tipos e graus de bipolaridade, o que tornaria ainda mais polêmica a generalização do Transtorno Bipolar do Humor. Esse conceito ainda não é oficialmente utilizado.
Portanto é fundamental que antes de qualquer pessoa lançar diagnósticos ao vento em meio a uma roda de bate-papo, conheça bem o que está dizendo. Até mesmo porque a pessoa a quem você se refere pode mesmo ser um bipolar e neste caso a melhor forma de lidar é levar informação e por vezes oferecer ajuda, mas nunca rotular e tratar com preconceito.
Equipe Médica Dr. Paulo André Issa
PNAP Neurociência & Psiquiatria
Cérebro & Bem Estar
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Fusos Horários
Para entender o que são fusos horários é importante, antes, conhecer e compreender as coordenadas geográficas, uma rede de linhas imaginárias denominadas paralelos e meridianos, traçadas sobre o globo - e cuja finalidade é permitir a localização de qualquer ponto na superfície terrestre.
O paralelo máximo é a linha do Equador, que divide a Terra em duas porções iguais: o hemisfério norte e o hemisfério sul. Sobre cada um desses hemisférios podemos traçar infinitas linhas paralelas ao Equador. Essas linhas são identificadas por sua distância em relação ao Equador, medida em graus. Essa distância é o que chamamos de latitude, que pode variar de 0o a 90o, tanto para norte quanto para sul.
Já os meridianos são todas as semicircunferências traçadas de forma a ligar os dois pólos da Terra. Todos os meridianos têm o mesmo tamanho e qualquer um deles pode ser utilizado para se dividir o planeta em duas porções iguais: hemisfério ocidental (a oeste) e hemisfério oriental (a leste). Contudo, como meridiano de referência (0o), convencionou-se adotar, internacionalmente, o que passa pelo Observatório Astronômico de Greenwich, em Londres (Inglaterra).
Assim, os demais meridianos podem ser identificados por sua distância, medida também em graus, em relação ao meridiano de Greenwich. Essa distância é o que chamamos de longitude e varia de 0o a 180o, tanto para leste quanto para oeste.
Como o meridiano de Greenwich é considerado o referencial das longitudes, ele também passou a ser considerado o da determinação de um horário-base no planeta.
Para a localização de um ponto qualquer na superfície do planeta é preciso, então, cruzar um paralelo com um meridiano, ou seja, é necessário conhecermos a sua latitude e a sua longitude.
Fusos horários e suas implicações
Devido ao seu movimento de rotação (movimento da Terra ao redor de um eixo imaginário, que a atravessa de um pólo a outro, no sentido do Oeste para o Leste), a Terra apresenta dias e noites. Como resultado, diversos pontos da superfície terrestre apresentam diferenças de horários.
A determinação da hora parte do princípio de que a Terra é uma circunferência perfeita, medindo 360o, e de que a rotação terrestre dura 24 horas. Com isso, conclui-se que esse é o tempo necessário para que todos os meridianos que "cruzam" o planeta passem, num determinado momento, frente ao Sol.
Dividindo-se os 360 graus da esfera terrestre pelas 24 horas de duração do movimento de rotação, resultam 15 graus. Portanto, a cada 15 graus que a Terra gira, passa-se uma hora - e cada uma dessas 24 faixas recebe o nome de fuso horário.
No interior dessas faixas, por convenção, passou a vigorar um mesmo horário. Essa padronização do tempo ocorreu no século 19, num momento em que o Reino Unido era a principal potência econômica e militar do planeta. Por isso, o meridiano que passava no observatório de Greenwich, então nos arredores de Londres (hoje, dentro da cidade), foi considerado o meridiano zero.
A hora de Greenwich tornou-se a hora universal, no sentido de que é em relação a ela que se determinam os horários em outros pontos do globo terrestre. A leste de Greenwich, as horas aumentam a cada faixa de 15o, variando entre 0 e 12. Ao contrário, a oeste de Greenwich, as horas diminuem, em idêntica variação. O horário de Greenwich também é chamado de GMT, ou seja, Greenwich Mean Time (mean significando "média").
É importante entender que essa padronização facilita as relações internacionais. No interior de um mesmo país, entretanto, esses limites não são tão rígidos. Os países podem estipular seus fusos horários a partir de suas divisões político-administrativas, que podem abranger regiões maiores ou menores do que as faixas de 15o.
Mudanças nos fusos horários brasileiros
No caso do Brasil, que é um país de grande extensão territorial leste-oeste, existem três fusos horários, todos eles atrasados em relação a Greenwich. O segundo fuso horário brasileiro abrange mais de 50% do território nacional, inclusive a capital federal. Ele determina, então, o horário oficial do país, o horário de Brasília.
Os atuais três fusos horários passaram a vigorar a partir da zero hora de 24 de junho de 2008, determinada pela Lei nº 11.662, sancionada pelo governo federal em 24 de abril de 2008.
Essa lei reduziu de quatro para três o número de fusos horários usados no Brasil. A mudança atingiu municípios nos estados do Acre, Amazonas e Pará. Desde então, os 22 municípios do Acre ficaram com diferença de uma hora em relação a Brasília - antes eram duas horas a menos. Municípios da parte oeste do Amazonas, na divisa com o Acre, sofreram a mesma mudança, o que igualou o fuso dos Estados do Acre e do Amazonas.
A mudança na lei também fez com que o Pará, que antes tinha dois fusos horários, passasse a ter apenas um. Os relógios da parte oeste do Estado foram adiantados em mais uma hora, fazendo com que todo o Pará ficasse com o mesmo horário de Brasília. Observe abaixo, nos mapas, as mudanças ocorridas:
Vale lembrar que o antigo sistema de quatro fusos horários, estabelecido para todo o território nacional, foi instituído por meio da Lei nº 2.784, de 18 de junho de 1913, assinada pelo então presidente da República, Hermes da Fonseca, vigorando no território brasileiro por longos anos.
Tudo isso demonstra a arbitrariedade da nossa forma de medir o tempo, ou seja, o fato de essas medidas serem produto de uma convenção social. Reforça ainda mais essa verdade o chamado horário de verão, medida que se adota em alguns países, com o intuito de economizar energia elétrica.
Pelo horário de verão, adianta-se o relógio em uma hora para se aproveitar um período de tempo em que amanhece mais cedo e anoitece mais tarde, potencializando-se a utilização da luz natural. No Brasil, o horário de verão é adotado desde 1985, entre outubro e fevereiro de cada ano.
(Fonte: UOL Educação - Ângelo Tiago de Miranda é geógrafo, professor de geografia e estudante do curso de Licenciatura em Pedagogia pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Barba bem feita
Da Revista Época
A barba é um resquício da evolução humana com o qual 90% dos homens prefeririam não ter de lidar, revela um estudo da Academia Americana de Dermatologia. Especialmente porque raspar o rosto com lâminas todos os dias está longe de ser um ato natural. A boa notícia é que – segundo os dermatologistas – se podem evitar pelos encravados, alergias e irritações na pele acrescentando cuidados simples ao ato de barbear. Também é possível se valer de avanços da medicina em novos cremes personalizados e até aplicações de laser.
A primeira falha grave e recorrente, revela o estudo, é a falta de higiene, como se vê no quadro ao lado. “O ideal é tomar banho e deixar a barba de molho com sabão”, diz Elizabeth Ross, da Academia Americana de Dermatologia. “O atrito das lâminas expõe os poros a bactérias presentes na própria pele, podendo infeccioná-la.” A pele contaminada é um convite à foliculite – ou pelos encravados, como é conhecida. A foliculite é mais comum no queixo e no pescoço, região do rosto com pelos mais grossos que crescem em vários sentidos. Ela afeta especialmente homens de barba grossa e enrolada – sobretudo quando precisam usar camisa social. O atrito piora ainda mais a situação.
Quem sofre do problema pode amenizá-lo com compressas de toalha úmida e morna antes de se barbear, uma forma de amolecer a barba. Também recomenda-se deixar a espuma agir sobre os pelos por alguns minutos antes de atacar com a lâmina. “Quanto mais flexíveis estiverem os pelos, menor será a agressão à pele”, diz Valeria Campos, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Valeria alerta para o perigo de barbeadores gastos: “Eles raspam a pele e pioram o problema”.
Uma das novidades a ser apresentadas na Men’s Beauty Show, feira de produtos e serviços destinados a homens, que acontecerá em abril, em São Paulo, são os cremes e géis pós-barba. A nova geração tem ação anti-inflamatória e antibactericida, além de incluir na fórmula protetor solar e substâncias cicatrizantes. Estão mais parecidos com a variedade cosmética feminina: há um para cada tipo de pele (oleosa, normal, mista, sensível) e de pelo (grosso, fino, enrolado).
Há também novas técnicas de laser e peeling para barbados descontentes. Com ponteira que toca a pele, o laser consegue efeitos ainda melhores, com menos sessões. Ele está sendo usado para retirar definitivamente os pelos da região do pescoço. “Eu não podia usar camisa social que manchava de sangue toda vez”, diz Ricardo Simões, professor de educação física de uma academia de Jundiaí, São Paulo. Ele acabou com os pelos encravados com quatro sessões de 15 minutos de laser.
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Comerciantes reclamam de travestis no Centro
De O Diário
As ruas da região central de Maringá foram invadidas por travestis. São dezenas, alguns seminus, a serviço da prostituição. A presença deles, principalmente na Avenida Brasil, tem incomodado os comerciantes, que reclamam, inclusive, do mau cheiro.
"Eles urinam nos postes, nas árvores. De manhã isso aqui tá insuportável", explica um lojista que pediu para não ser identificado, por medo da reação dos travestis. "Se a gente fala alguma coisa, eles xingam e erguem a roupa, mostram as partes íntimas. Fica pior", contra outro comerciante, ratificando o clima de medo que impera na área.
Apesar da maioria das lojas já estar fechada quando a "invasão" começa – a partir das 19h –, donos de bares, lanchonetes e similares afirmam que estão sendo diretamente prejudicados pela presença dos travestis e organizaram um movimento, com apoio do comércio diurno.
O problema foi levado ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Maringá. O presidente da entidade, Antonio Tadeu Rodrigues, explica que não há muito o que possa ser feito, mas, mesmo assim, disse ter pedido maior atenção das polícias Civil e Militar para evitar abusos.
"A Constituição garante a liberdade de ir e vir das pessoas. Não dá para fazer nada, a menos que estejam cometendo algum crime, usando drogas ou praticando atentado ao pudor. Mesmo assim, encaminhei oficios ao 4º Batalhão e à Polícia Civil para que deem maior atenção ao problema, já que os comerciantes estão reclamando."
Contagem Regressiva - 1 de Outubro de 2011 ColdPlay no Rock in Rio 2011
Fix You (Recuperar Você)
When you try your best, but you don't succeed,
Quando você tenta o seu melhor, mas não tem sucesso.
When you get what you want, but not what you need,
Quando você consegue o que quer, mas não o que precisa.
When you feel so tired, but you can't sleep
Quando você se sente cansado, mas não consegue dormir.
Stuck in reverse
Preso em marcha ré.
And the tears come streaming down your face
Quando as lágrimas começam a rolar pelo seu rosto.
When you lose something you can't replace
Quando você perde algo que não pode substituir.
When you love someone, but it goes to waste
Quando você ama alguém, mas é desperdiçado.
Could it be worse?
Pode ser pior?
Lights will guide you home
Luzes vão te guiar até em casa
And ignite your bones
E inflamar teus ossos
And I will try, to fix you
E eu tentarei, recuperar você
And high up above or down below
Bem no alto ou bem lá embaixo.
When you're too in love to let it go
Quando você está muito apaixonado para esquecer.
But if you never try, you'll never know
Mas se você nunca tentar, nunca vai saber.
Just what you're worth.
O quanto você vale.
Lights will guide you home
Luzes vão te guiar até em casa
And ignite your bones
E inflamar teus ossos
And I will try, to fix you.
E eu tentarei recuperar você
Tears stream down your face,
Lágrimas rolam no seu rosto
When you lose something you cannot replace
Quando você perde algo que não pode substituir
Tears stream down your face
Lágrimas rolam pelo seu rosto
And I... [2x]
E eu...
Tears stream down your face
Lágrimas rolam pelo seu rosto
I promise you I will learn from my mistakes
Eu te prometo que vou aprender com meus erros
Tears stream down your face
Lágrimas rolam pelo seu rosto
And I...
E eu...
Lights will guide you home
Luzes vão te guiar até em casa
And ignite your bones
E inflamar teus ossos
I will try to fix you...
E eu tentarei, recuperar você
sexta-feira, 25 de março de 2011
UEM dá início ao Núcleo de Formação de Professores
Do site da UEM Foi realizada nesta sexta-feira (25), a primeira reunião sobre a constituição do Núcleo de Formação de Professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O Núcleo ganhou força com a aprovação da proposta Enriquecimento das Licenciaturas por meio de Projetos, encaminhado ao Edital 028/2010 da Capes.
Núcleos e comissões integradas de licenciaturas são encontrados em diversas instituições federais e estaduais de ensino superior no Brasil, a exemplo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Unesp de Marília e da Universidade de São Paulo. O Núcleo da UEM tem como foco promover a integração das diferentes estratégias de formação inicial de professores desenvolvidos nos departamentos da Universidade.
Na reunião desta sexta-feira foi formado um grupo de trabalho, que conta com professores de diferentes licenciaturas (Física, Matemática, Biologia, Ciências Sociais, entre outros) e com os coordenadores do Programa de Iniciação à Docência (Pibid). Esta equipe é a base de formação do Núcleo, que é, segundo a pró-reitora de Ensino, Ednéia Rossi, um desejo antigo da UEM.
A próxima reunião está marcada para o dia 8 de abril. Nela serão definidos os temas para a serem discutidos na primeira fase do Projeto, que é a promoção de Ciclos de Debate. Neste novo encontro a equipe também vai iniciar uma argumentação sobre a constituição do Núcleo, seu papel e suas ações. Entre as propostas do Núcleo da UEM estão a criação de um espaço virtual e a organização do III Fórum de Licenciatura.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Duke Nukem Forever' tem data de lançamento adiada novamente
Do G1
"Duke Nukem Forever", jogo cuja produção repleta de atrasos e promessas de lançamento não realizadas virou piada entre os gamers, terá de esperar mais um pouco para finalmente chegar às lojas. Em produção há 13 anos, o jogo já havia sido anunciado oficialmente para o dia 3 de maio pela produtora Gearbox Software. Agora, a saga do herói misógino e hedonista sofreu um novo atraso, e chega em 10 de junho.
"Duke Nukem Forever", jogo cuja produção repleta de atrasos e promessas de lançamento não realizadas virou piada entre os gamers, terá de esperar mais um pouco para finalmente chegar às lojas. Em produção há 13 anos, o jogo já havia sido anunciado oficialmente para o dia 3 de maio pela produtora Gearbox Software. Agora, a saga do herói misógino e hedonista sofreu um novo atraso, e chega em 10 de junho.
O jogo estava com data de lançamento marcada para "algum dia de 2011" e, em janeiro, recebeu dia oficial para chegar às lojas. O dia 3 de maio de 2011 marca o retorno de Duke. Sua volta será épica e uma das que fará parte da história dos games", disse Christoph Hartmann, presidente da 2K Games, distribuidora do game ao site da revista americana Game Informer.
Wagner Moura em Hollywood
Do G1
Afirmar que Wagner Moura está no melhor momento da carreira tornou-se praticamente um lugar-comum, mas não há jeito: mais uma vez, o ator baiano está no topo. Após estrelar “Tropa de elite 2”, filme de maior bilheteria da história do cinema nacional, e debutar como diretor de videoclipe, ele começará em junho as filmagens do seu primeiro longa em Hollywood, como o vilão principal de "Elysium”, novo trabalho do sul-africano Neill Blomkamp (“Distrito 9”), que também tem Jodie Foster e Matt Damon no elenco.
Depois de ‘Tropa 2’ só recebi esse convite [internacional] e o achei muito bom, quis fazer na hora. Antes só tinha recebido umas sondagens que não tinham me interessado. Nos projetos que vinham, e que eu achava bons, só queriam o [Javier] Bardem”, brinca o ator.
Curiosamente, o anúncio aconteceu uma semana antes da notícia do début internacional de José Padilha, que será o novo diretor de “Robocop”. Uma “coincidência não tão coincidência assim”, segundo Wagner Moura. “O ‘Tropa 2’ foi muito bem em Sundance, já o ‘Tropa 1’ foi muito mal lançado nos EUA, apesar de todas as pessoas de Los Angeles o terem visto. Fatalmente isso teve um peso muito importante tanto para mim quanto para o Zé. Não adianta o filme ser bom e ninguém ver”, diz.
Perguntado se aceitaria participar do projeto de "Robocop" com o colega, Moura não pensa duas vezes. “Eu adoro trabalhar com o Padilha, fecho com ele com o que ele me chamar. Não acho que vai ter personagem pra mim nesse filme não, mas se ele quiser trabalhar comigo de novo...”
Apesar do novo rumo da carreira, o Capitão Nascimento afirma que sua prioridade ainda é o cinema nacional. Além de “Vips”, ele acaba de filmar “O homem do futuro” (de Cláudio Torres) e, antes de “Elysium”, fará “A cadeira do pai”, de Luciano Moura, com Lima Duarte e Mariana Lima.
Depois de ‘Tropa 2’ só recebi esse convite [internacional] e o achei muito bom, quis fazer na hora. Antes só tinha recebido umas sondagens que não tinham me interessado. Nos projetos que vinham, e que eu achava bons, só queriam o [Javier] Bardem”, brinca o ator.
Curiosamente, o anúncio aconteceu uma semana antes da notícia do début internacional de José Padilha, que será o novo diretor de “Robocop”. Uma “coincidência não tão coincidência assim”, segundo Wagner Moura. “O ‘Tropa 2’ foi muito bem em Sundance, já o ‘Tropa 1’ foi muito mal lançado nos EUA, apesar de todas as pessoas de Los Angeles o terem visto. Fatalmente isso teve um peso muito importante tanto para mim quanto para o Zé. Não adianta o filme ser bom e ninguém ver”, diz.
Perguntado se aceitaria participar do projeto de "Robocop" com o colega, Moura não pensa duas vezes. “Eu adoro trabalhar com o Padilha, fecho com ele com o que ele me chamar. Não acho que vai ter personagem pra mim nesse filme não, mas se ele quiser trabalhar comigo de novo...”
Apesar do novo rumo da carreira, o Capitão Nascimento afirma que sua prioridade ainda é o cinema nacional. Além de “Vips”, ele acaba de filmar “O homem do futuro” (de Cláudio Torres) e, antes de “Elysium”, fará “A cadeira do pai”, de Luciano Moura, com Lima Duarte e Mariana Lima.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Meu herói !!!
terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Obra debate a construção da hegenomia empresarial a partir do Movimento Repensando Maringá
Entre os novos lançamentos da Eduem, a Editora da Universidade Estadual de Maringá, está o livro do jornalista e sociólogo Sérgio Gini. A obra, Repensando... A construção da hegemonia empresarial nos 10 anos que mudaram Maringá (1994 – 2004) é o resultado da dissertação do autor defendida, em 2007, no Programa de Pós-Graduação em História da UEM.
A obra, que já teve uma primeira edição limitada e publicada a partir da iniciativa do Gini, está focada em um período recente da história de Maringá, marcado pelo envolvimento da classe empresarial numa tentativa de elaborar um projeto político de desenvolvimento para a cidade. Esse projeto foi institucionalizado em 1996 com o sugestivo nome Movimento Repensando Maringá, porém havia se desenhado antes, desde 1994, com uma série de ações e discursos dos empresários ligados a Associação Comercial, com o apoio de professores da UEM.
Debatendo acerca da ação coletiva do empresariado e seu poder de interferir nas dinâmicas sociais e econômicas da cidade, o livro de Gini ganha uma dimensão especial, de acordo com a apresentação do seu orientador, professor Angelo Priori. Para o professor, o mérito da obra é não se prender a discutir o limite da força do empresariado como ator político. “Ele demonstra, com farta documentação e evidências, como os empresários definem as estratégias e as ações de suas atuações políticas. Se essas ações são fortes ou fracas, os leitores poderão tirar suas conclusões”.
Priori também destaca o fato de o autor não ficar apenas no debate geral. Sem deixar de lado a referência do debate nacional, Gini analisa um caso concreto, trazendo à tona uma indagação no mínimo interessante: o que levou a classe empresarial de uma cidade sem vocação industrial expressiva, a gestar um movimento político capaz de se tornar hegemônico e com fôlego para influenciar as relações entre o poder municipal e a população.
Sérgio Gini, que nas palavras do seu orientador, é jornalista por profissão, sociólogo por formação e historiador por opção, formula algumas respostas para essa indagação, trazendo importantes contribuições para o campo da pesquisa na área da história política do empresariado.
Fonte: Site da UEM
segunda-feira, 7 de março de 2011
'Cochilo’ melhora a capacidade produtiva
D'O Diário
Quem já não passou pela situação de sentir uma insuportável sensação de cansaço logo após o almoço ? Se você acha que isso é pura preguiça ou resultado de uma noite mal dormida está enganado.
A medicina tem uma explicação científica para esta reação do corpo humano. Os médicos afirmam que, quando comemos, o organismo precisa processar a digestão e neste processo ocorre uma concentração maior de sangue no aparelho digestivo. Durante a digestão, o corpo produz substância s que induzem o sono e por isso acontece uma diminuição da disposição.
Uma pesquisa realizada pela Nasa revelou que 40 minutos de sono depois de uma refeição, no meio de uma jornada de trabalho, aumentam em 34% a capacidade produtiva. Entretanto, o estudo também observa que esse tempo de sono não pode ser superior a uma hora para não perturbar o sono noturno e deve ocorrer preferencialmente entre às 13 e 17 horas.
O que é ideal, de acordo com a pesquisa, infelizmente é privilégio de poucos. Nem todos os trabalhadores podem tirar esse tempo para descansar, devido à própria política da empresa e à função que desempenham.
Sesta
A soneca após o almoço é denominado em alguns países de sesta. A prática, que pode parecer estranha para os brasileiros, é saudável e pode ser uma forma eficiente de recarregar as baterias. Em países como Espanha e Itália nada funciona neste período.
Para os médicos, a sesta não é um capricho, mas sim uma necessidade fisiológica. O cochilo depois do almoço é muito bom para o corpo porque a temperatura abaixa após o sono. Ele precisa ter duração máxima de meia hora e dá uma boa restaurada. Isso faz parte do ser humano. O corpo pede esse descanso. O cochilo após o almoço faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano. Contudo, os homens, ao longo da história, passaram a dar cada vez menos importância a essa relevante característica fisiológica. É algo muito positivo pelo ciclo de vigília e sono das pessoas. Após o almoço, a gente tem um pico de sonolência, e uma soneca de meia hora é reparadora.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Por um Estado ateu
Da coluna do Walter Hupsel
Ainda vivemos no século 19. Esta é a conclusão a que posso chegar quando, no primeiro respiro do novo governo, aparecem declarações de setores da Igreja Católica cobrando que a presidenta “explique melhor” o que pensa de assuntos caros à ordem eclesiástica, e o arcebispo primaz do Brasil dá um prazo de cem dias para Dilma “mostrar a que veio”. A título de provocação, poderíamos perguntar “se não, o que?”
Antes que alguém objete a minha colocação, dizendo que eles têm direto de falar em público, respondo que sim, eles têm direito. Entretanto, em se tratando de autoridades eclesiásticas, suas opiniões devem ser vistas como da instituição Igreja Católica, e não do fulano A ou B. Ou seja, nem bem começou o novo governo e a Igreja Católica já faz ameaças à presidenta, com a grande mídia dando repercussão ao caso.
A luta política se desenvolve em vários campos, em especial no simbólico e no semântico. Sempre se fala em Estado laico, que é aquele que não tem uma doutrina religiosa como norte. Este deveria estar longe da esfera religiosa, e vice-versa, respeitando todas as manifestações de fé e garantindo o tratamento isonômico.
Entretanto, como demonstram as matérias linkadas acima, o argumento vai sempre na direção que o Estado laico tem que absorver demandas de uma população, e que esta tem suas predileções e seus valores religiosos.
O risco, sempre alertado, é que uma democracia representativa se degenere na tirania da maioria. Os temas que incomodam os religiosos são postos embaixo do tapete, já que a maioria impõe sua agenda e seus valores, e os impõe a todos, independente de credo.
Se a maioria acha absurdo certos temas ou liberdades, teria ela o direito de vetá-los ao resto da população? Não, não tem este direito, por mais que representantes da Igreja Católica (e de outras) insistam. Respeitar o diferente não é apenas tolerá-lo e admitir sua existência. Implica , por exemplo, reconhecer o direito à existência pública, à diversidade de opiniões, e a aceitar que, em não compartilhando da sua visão de mundo, tem direito a uma vida que não a sua, com outros valores e atitudes.
Membros da Igreja Católica cobrarem da presidenta suas posições pessoais soa como chacota, mais ainda quando colocam isso como pré-condição para um diálogo. Também poderíamos perguntar: “Que dialogo e com quem”?
Para que haja diálogo, é necessária a predisposição das partes a ouvir a outra como igual e legítima e que exista a possibilidade de mudança de opinião. Que diálogo quer alguém que, presunçosamente, exige da presidenta que ela diga quais são os seus valores pessoais, as suas crenças? Há um reconhecimento do interlocutor? Ou mais importante, há a possibilidade de mudança de idéias e (pré)conceitos?
Só se for da presidenta, é isso que está implícito no tom do “ministro” da Igreja Católica. Do outro lado, a intenção parece ser a de saber “quem é a presidenta”, para que ela seja ou não coroada pelas autoridades eclesiásticas.
Por isso, digo que o Estado não pode ser laico, tem de ser ateu. Mais que uma mudança de palavra, é uma mudança de postura, uma luta no campo simbólico e no das idéias. O Estado ateu é aquele que deveria ter sido o laico, mas que nunca foi. Que respeita os credos e convicções pessoais, que os trata isonomicamente, mas que evita ao máximo que valores da esfera pessoal adentrem na esfera pública.
Isso implica retirar toda e qualquer menção a todo e qualquer deus dos documentos públicos. Implica, por exemplo, que não haja crucifixos nas repartições, nos tribunais, que a(s) igreja(s) legislem, regulem, punam apenas seus fiéis.
Do contrário, teremos uma espécie de teocracia social (não estatal), que faz com que o Brasil tenha uma das legislações mais atrasadas sobre aborto e casamento homossexual, entre outros temas que desagradam a maioria religiosa, mas que dizem respeito unicamente ao indivíduo. Nessa seara estamos atrás, por exemplo, do ultra-religioso Chile de Pinochet.
Só assim, com um Estado ateu, é que teríamos um Estado realmente laico, que aceita todas as cosmovisões, e não busca, por qualquer meio, decretar a sua. Muito menos cobra ou exige da autoridade civil seu posicionamento pessoal sobre temas “desagradáveis”, que alguns preferem ver embaixo do tapete, junto com aquela sujeira que também foi varrida para lá.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Recusa da mãe em fazer exame de DNA do filho gera presunção para negativa de paternidade
Da mesma forma que a recusa do suposto pai em submeter-se ao exame de DNA serve como elemento probatório para demonstração de paternidade, a insistente recusa da mãe em submeter o filho ao mesmo exame gera presunção de que o autor não é o pai da criança.
Com esse entendimento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu uma negativa de paternidade e determinou a anulação do registro de nascimento do menor. No caso julgado, o suposto pai propôs ação declaratória de anulação de registro civil cumulada com negatória de paternidade, por ter sido induzido a erro quando registrou o bebê. Sustentou ter sido vítima de gravíssima injúria, já que a criança não é seu filho biológico, conforme constatado em laudo de exame de DNA realizado por conta própria em 1997. A atribuição da falsa paternidade também motivou o ajuizamento de ação de separação judicial litigiosa.
O ministro do STJ Fernando Gonçalves sustentou que a presunção da paternidade não se aplica ao julgado, já que o dispositivo vige nos casos em que a criança nasce depois de 180 dias do início da convivência conjugal. Segundo os autos, o casamento do recorrente foi celebrado em novembro de 1994 e a criança nasceu um mês depois. Prosseguindo seu voto, Fernando Gonçalves ressaltou que a insistente recusa da mãe em submeter o filho ao teste de DNA, sem qualquer justificativa plausível, faz supor a integridade e a credibilidade do exame apresentado pelo recorrente.
Segundo o ministro, a mera realização do exame, hoje feito com a simples coleta de saliva, sequer necessitando da retirada de sangue, afastaria de pronto as pretensões do autor em negar a paternidade do filho. O ministro destacou que nesse julgamento não foi a simples recusa à realização do exame do DNA que o levou a presumir a inexistência de vínculo filial. Para ele, a recusa da mãe, o exame de DNA juntado nos autos e a determinação do recorrente em realizar o exame junto com o suposto filho são suficientes para dar consistência à tese do artigo 232 do Código Civil: “A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter como o exame.”
Em seu voto, o ministro também descartou a hipótese da aplicação da filiação afetiva, já que a ação foi ajuizada em junho de 1997, quando a criança contava com apenas dois anos de idade, sem que tenha convivido com o pai sob o mesmo teto por mais de um ano. “A princípio, não há vínculo suficiente entre as partes para configurar, mesmo que fosse, a filiação afetiva definida pela estabilidade dos laços afetivos construídos no cotidiano de pai e filho.”
Por outro lado, concluiu o ministro, deve-se considerar que a manutenção de um vínculo de paternidade a toda força impede a criança de conhecer seu verdadeiro estado de filiação, direito personalíssimo nos termos do artigo 27 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, por maioria, a Turma acolheu o recurso para aceitar a desconstituição da paternidade e determinar a anulação do registro de nascimento relativo ao pai e respectivos ascendentes ali declarados.
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